O existencialismo de Seinfeld ou Meu blog sobre coisa alguma.
Durante muito tempo pensei em criar um blog. Para falar o que, eu pensava. Porra, não tenho nada pra ficar falando por aí... não tenho disciplina pra escrever regularmente. Tenho tempo. Muito tempo livre. De sobra. Aos montes, mas pouca disciplina. As palavras não se esgotam, mas os assuntos talvez.
Ando assistindo a todas as reprises de Seinfeld e adorando cada capítulo. É a melhor série sobre nada que já assisti na vida. As melhores atuações sobre coisa alguma e os melhores diálogos e especulações sobre a mediocridade cotidiana que te esmaga que se pode encontrar na tv à cabo.
Aí eu pensei... putz, se existe uma série sobre nada, eu também posso ter um blog sobre coisa alguma. Até porque literatura eu faço no escurinho do meu quarto.
Então pensei no nome. O nome eu já tinha faz um ano. Travis, do Paris Texas somado ao Travis de Taxi Driver. Dois grandes filmes existencialista. Um sai para o deserto para tentar encontrar respostas, o outro compra algumas armas e munições para tentar responder às perguntas. Como em toda questão existencialista eu tenho a impressão de nunca chegar a lugar algum, caio de novo nos braços do coisa alguma que me remete outra vez ao Seinfeld, que peregrinando sobre o nada, chega ao ápice do questionamento existencialista que culmina em encontrar o que se passa com o indivíduo quando este se encontra em situação concreta do dia-a-dia, na rotina e seus escapismos.
Talvez por isso, Seinfeld é o mais perto de Sartre que já cheguei.
Ando assistindo a todas as reprises de Seinfeld e adorando cada capítulo. É a melhor série sobre nada que já assisti na vida. As melhores atuações sobre coisa alguma e os melhores diálogos e especulações sobre a mediocridade cotidiana que te esmaga que se pode encontrar na tv à cabo.
Aí eu pensei... putz, se existe uma série sobre nada, eu também posso ter um blog sobre coisa alguma. Até porque literatura eu faço no escurinho do meu quarto.
Então pensei no nome. O nome eu já tinha faz um ano. Travis, do Paris Texas somado ao Travis de Taxi Driver. Dois grandes filmes existencialista. Um sai para o deserto para tentar encontrar respostas, o outro compra algumas armas e munições para tentar responder às perguntas. Como em toda questão existencialista eu tenho a impressão de nunca chegar a lugar algum, caio de novo nos braços do coisa alguma que me remete outra vez ao Seinfeld, que peregrinando sobre o nada, chega ao ápice do questionamento existencialista que culmina em encontrar o que se passa com o indivíduo quando este se encontra em situação concreta do dia-a-dia, na rotina e seus escapismos.
Talvez por isso, Seinfeld é o mais perto de Sartre que já cheguei.


4 Comments:
At 4:47 PM,
Anônimo said…
Ei, minha escritora. Boas vindas ao mundo dos blogueiros. Particularmente, não sou nenhum exemplo de periodicidade na atualização do meu. Mas me tenha entre os frequentadores deste seu espaço. Beijo grande e toda minha admiração.
At 1:02 AM,
Anônimo said…
Olá, minha amiga :)
Finalmente cedeu às tentações pós-modernas e quânticas da literatura blóguica no sentido epistemológico da catarse reveladora?
Quem imaginaria... Ana Paula, uma blogueira... Bem que eu havia ouvido sete trombetas tocando em algum lugar e o Céu ficando vermelho... ;)))
At 6:07 PM,
Anônimo said…
É Seinfeld...
At 6:16 PM,
Anônimo said…
Obrigado por me corrigir. Venha sempre aqui fazer a revisão ortográfica. eu agradeço.
ana paula maia
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