I´m in Lost
Tenho assistido a primeira temporada da série Lost nas madrugadas da Globo e aguardando ansiosa pela segunda no canal AXN. Eu já havia assistido chamadas na tv paga sobre a série, mas nunca dei bola.
Eu compreendo bem toda essa festa em torno da série. Será divertido ver outdoors nas ruas de São Paulo, com fumaça saindo, simulando um sinal de fogo numa selva. Será lindo de se ver.
Sou muito fã de Lost, assim como sou fã de muitos episódios de "Jornada nas Estrelas" (a série clássica) em que eles aportavam num planeta descolhecido, where no man has gone before, e em alguns casos, havia uma força nesse planeta que trazia à tona sensações, lembranças, mudança de comportamento, etc...
Solaris, filme peculiar, mostra isso também. As aparições sombrias da mulher, o clima sempre de estranhesa, sem explicação.
2001, uma odisséia no espaço, também traz à tona esse tema. As forças que operam em território desconhecido, seja no espaço ou numa selva isolada.
O que é lindo de ser ver em Lost é a segunda chance que todos têm naquele lugar. Todos precisavam acertar as contas com o passado e o presente; todos estavam sucumbindo. Em crises. Prisioneiros.
Adoro o personagem John Lock, (não sei se escreve assim, mas vai...), ele que estava preso à uma cadeira de rodas há anos, após a queda, começou a andar milagrosamente. Acho que a série tem feito sucesso, devido a essa esperança recorrente. Saber que em algum lugar, é possível recomeçar, acertas as contas, colocar em dia a consciência.
Temos ali:
uma mãe solteira (grávida de quase 9 meses) que iria dar o bebê
Um pai que não viu o único filho (agora com 10 anos de idade) crescer. Com a morte da mãe, ele ficou com a guarda do garoto e precisa aprender a ser pai e perdoar o passado.
Um médico que indiciou o próprio pai, também médico, por um erro numa cirurgia em que uma mulher grávida de poucas semanas morre. O corpo de seu pai, dentro de um caixão, também estava no avião.
O paralítico que queria viver aventuras numa selva, enfrentar desafios, que começa a andar.
Uma mulher que estava presa, sob custódia de um agente, sendo transferida.
Uma meiga coreana que pretendia deixar o marido, devido as humilhações que sofria diariamente.
Um viciado em drogas, ex- integrante de uma banda de rock falida.
Tem até um iraquiano com dor de consciência. Ele era soldado, matou pessoas, torturou outras, enfim... até que se apaixonou por uma iraquiana rebelde, que lutava contra seu país, mas ele a ajudou a escapar, matou seu superior... enfim... uma história de amor e sacrifícios.
Enfim... são várias histórias.
É nisso que consiste a beleza da série. Presos na selva misteriosa, eles sobreviverão a si mesmo e aos outros. Perdidos, eles têm uma segunda chance.
clique aqui para ver a chamada da segunda temporada......Aiiiii
http://www.sonypictures.com.br/hotsites/axn/313/
*That´s all folks*
Eu compreendo bem toda essa festa em torno da série. Será divertido ver outdoors nas ruas de São Paulo, com fumaça saindo, simulando um sinal de fogo numa selva. Será lindo de se ver.
Sou muito fã de Lost, assim como sou fã de muitos episódios de "Jornada nas Estrelas" (a série clássica) em que eles aportavam num planeta descolhecido, where no man has gone before, e em alguns casos, havia uma força nesse planeta que trazia à tona sensações, lembranças, mudança de comportamento, etc...
Solaris, filme peculiar, mostra isso também. As aparições sombrias da mulher, o clima sempre de estranhesa, sem explicação.
2001, uma odisséia no espaço, também traz à tona esse tema. As forças que operam em território desconhecido, seja no espaço ou numa selva isolada.
O que é lindo de ser ver em Lost é a segunda chance que todos têm naquele lugar. Todos precisavam acertar as contas com o passado e o presente; todos estavam sucumbindo. Em crises. Prisioneiros.
Adoro o personagem John Lock, (não sei se escreve assim, mas vai...), ele que estava preso à uma cadeira de rodas há anos, após a queda, começou a andar milagrosamente. Acho que a série tem feito sucesso, devido a essa esperança recorrente. Saber que em algum lugar, é possível recomeçar, acertas as contas, colocar em dia a consciência.
Temos ali:
uma mãe solteira (grávida de quase 9 meses) que iria dar o bebê
Um pai que não viu o único filho (agora com 10 anos de idade) crescer. Com a morte da mãe, ele ficou com a guarda do garoto e precisa aprender a ser pai e perdoar o passado.
Um médico que indiciou o próprio pai, também médico, por um erro numa cirurgia em que uma mulher grávida de poucas semanas morre. O corpo de seu pai, dentro de um caixão, também estava no avião.
O paralítico que queria viver aventuras numa selva, enfrentar desafios, que começa a andar.
Uma mulher que estava presa, sob custódia de um agente, sendo transferida.
Uma meiga coreana que pretendia deixar o marido, devido as humilhações que sofria diariamente.
Um viciado em drogas, ex- integrante de uma banda de rock falida.
Tem até um iraquiano com dor de consciência. Ele era soldado, matou pessoas, torturou outras, enfim... até que se apaixonou por uma iraquiana rebelde, que lutava contra seu país, mas ele a ajudou a escapar, matou seu superior... enfim... uma história de amor e sacrifícios.
Enfim... são várias histórias.
É nisso que consiste a beleza da série. Presos na selva misteriosa, eles sobreviverão a si mesmo e aos outros. Perdidos, eles têm uma segunda chance.
clique aqui para ver a chamada da segunda temporada......Aiiiii
http://www.sonypictures.com.br/hotsites/axn/313/
*That´s all folks*


2 Comments:
At 7:59 AM,
Anônimo said…
Realmente Lost é uma série muito boa, eu estou curiosíssimo com a continuação agora em março.
Gostei do teu jeito de escrever, voltarei mais vezes por aqui.
Lobo da EStepe
At 1:27 PM,
ana paula maia said…
Be my guest, Lobo.
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