Diabolique
Mãe: Mulher ou fêmea que deu à luz um ou mais filhos/ filhotes.
Esta breve definição tirei de um dicionário. Uma definição anatômica. Prática. Mãe é quem dá à luz. É claro que ser mãe é muito mais do que isso. Tem os laços afetivos, “maternais”, cuidados especiais, doar tempo, dinheiro, a própria vida. Ter a cria sob esmeros cuidados. Ok, até aqui é só um blá, blá, blá redundante. Bem, quisera.
Depois do bebê jogado na lagoa da Pampulha em Belo Horizonte, uma avalanche de mães sodomizam e assassinam os filhotes. Numa rápida olhada em programas vespertinos, o assunto é pauta quase fixa.
Assim que veio à tona o caso do bebê da Pampulha, no dia seguinte surgiu uma história ainda mais bizarra. A mulher jogou o bebê num certo rio, este não escapou, ao contrário do caso anterior. Porém, o marido disse que há três anos ela jogou outro filho no mesmo rio.
Opa... peraí... Gente, mulheres, vocês não estão defecando, isto são seres humanos.
Agora, uma mãe de 22 anos queimou com uma colher de aço em brasa três filhos pequenos. Eu pergunto? A culpa disso é a água fluoretada danificando o cérebro? Não adianta insistir, não existe argumentos para justificar tais comportamentos violentos.
Depois que queimaram a porra dos sutiãs em praça pública, agora queimam os bebês, jogam em lagoas. Ok, ok, feministas... pode não ter nada a ver. Já disse que são apenas especulações, pois nada justifica.
Uma mãe, fez o contrário, sabendo que sua “cria” de 3 anos de idade foi agredida sexualmente, matou o agressor, um “mal criado” de 16 anos. Ela está presa, porque defendeu a cria com unhas e dentes. Vingou a honra do filho. E a bruxa que queimou os filhos (entre outras que queimam e matam filhos por aí sem que chegue ao nosso conhecimento) está em liberdade.
Gostaria de chamá-la de vaca, mas a vaca não mata seus bezerros. Quando a mulher é má, ela é cruel. Você pode conferir na história. Há mulheres terríveis. Maléficas.
_ O que você deseja, querida? __ perguntou o rei Herodes à sua enteada.
_ A cabeça de João Batista numa bandeja, meu rei.
É nesse nível. Impiedosas e sanguinolentas.
[Eva divagando no Paraíso após comer a maçã]
“Já comi esse fruto.... é ruim hein.... Adão vai comer também... não vou me foder sozinha. Se eu morrer, ele morre junto. Se eu ficar doente, ele também fica. Se eu caio, ele cai comigo. É ruim hein... nem fudendo eu me fodo sozinha... nossa, preciso dar um jeito nessas unhas...Ugh”
Ok, até aqui vimos esses casos de mulheres cruéis contra homens. Mas me lembro também da história de uma mulher que cozinhou os filhos e os serviu para o marido no jantar. Ele não sabia. Me lembro vagamente dessa história, parece mito grego. Se alguém aí souber...
Bem, essa história é real. E não foi o filho, foi a empregada da casa, com quem o patrão gostava de dar uns afagos. Na verdade ele nem chegou a dar uns afagos na moça. Isso aconteceu em Minas Gerais, me parece. Nota-se que hoje tudo anda meio vago, apenas me parecendo. Mas de vaga em vaga, de onda em onda, vamos tecendo uma história para contar.
Continuando...
A patroa, dona da casa, percebeu os olhares do marido sobre a nova empregada que desfilava juventude e paixão. Mas a mulher, bicho tinhoso, ficou bem quietinha. Vendo-se muito próxima de ser traída pelo marido, chamou a empregada para ir com ela, numa longa caminhada, até os confins de uma fazenda. Um dos empregados da casa, o mais velho e de total confiança, também foi.
Os três caminharam até chegarem ao topo de uma colina, não sei se era bem uma colina, deveria ser um morrinho, mas as pessoas falam colina pois é uma bela palavra e soa elegante.
Bem, seguindo com a história, a patroa impiedosa junto de seu empregado de confiança matam a jovem e pobre empregada. Desmembram a moça e levam algumas de suas partes para casa. Os restos mortais, o empregado enterra lá mesmo no alto da colina.
Estando em casa, a patroa vai para o fogão e cozinha o coração. Nota-se o teor da crueldade, o coração da moça, e o refoga com cebola, pimentão, alho poró; uma guloseima e serve ao marido.
_ Está apaixonado por ela, não está?__ perguntou a mulher pouco antes do marido terminar seu jantar.
_ Estou sim __ ele confessou tímido uma verdadeira queda pela empregada.
_ Pois farta-se com seu coração.
A tal colina ganhou um nome especial, não me lembro qual, mas era mesmo bonito, sonoro. Praticamente um eco de lamentação. Dizem que essa história é pura verdade. Diante dos fatos acima relatados, que apareceram recentemente nos noticiários, eu acredito com um soluço de lamento engasgado.
O que me leva a constatar que “pulp” é a polpa sangrenta da sociedade. E que um folhetim como Entre Rinhas de Cachorros e Porcos Abatidos mostra apenas uma possibilidade dessa fatia. A fatia que sangra menos.
*That´s all folks*
Esta breve definição tirei de um dicionário. Uma definição anatômica. Prática. Mãe é quem dá à luz. É claro que ser mãe é muito mais do que isso. Tem os laços afetivos, “maternais”, cuidados especiais, doar tempo, dinheiro, a própria vida. Ter a cria sob esmeros cuidados. Ok, até aqui é só um blá, blá, blá redundante. Bem, quisera.
Depois do bebê jogado na lagoa da Pampulha em Belo Horizonte, uma avalanche de mães sodomizam e assassinam os filhotes. Numa rápida olhada em programas vespertinos, o assunto é pauta quase fixa.
Assim que veio à tona o caso do bebê da Pampulha, no dia seguinte surgiu uma história ainda mais bizarra. A mulher jogou o bebê num certo rio, este não escapou, ao contrário do caso anterior. Porém, o marido disse que há três anos ela jogou outro filho no mesmo rio.
Opa... peraí... Gente, mulheres, vocês não estão defecando, isto são seres humanos.
Agora, uma mãe de 22 anos queimou com uma colher de aço em brasa três filhos pequenos. Eu pergunto? A culpa disso é a água fluoretada danificando o cérebro? Não adianta insistir, não existe argumentos para justificar tais comportamentos violentos.
Depois que queimaram a porra dos sutiãs em praça pública, agora queimam os bebês, jogam em lagoas. Ok, ok, feministas... pode não ter nada a ver. Já disse que são apenas especulações, pois nada justifica.
Uma mãe, fez o contrário, sabendo que sua “cria” de 3 anos de idade foi agredida sexualmente, matou o agressor, um “mal criado” de 16 anos. Ela está presa, porque defendeu a cria com unhas e dentes. Vingou a honra do filho. E a bruxa que queimou os filhos (entre outras que queimam e matam filhos por aí sem que chegue ao nosso conhecimento) está em liberdade.
Gostaria de chamá-la de vaca, mas a vaca não mata seus bezerros. Quando a mulher é má, ela é cruel. Você pode conferir na história. Há mulheres terríveis. Maléficas.
_ O que você deseja, querida? __ perguntou o rei Herodes à sua enteada.
_ A cabeça de João Batista numa bandeja, meu rei.
É nesse nível. Impiedosas e sanguinolentas.
[Eva divagando no Paraíso após comer a maçã]
“Já comi esse fruto.... é ruim hein.... Adão vai comer também... não vou me foder sozinha. Se eu morrer, ele morre junto. Se eu ficar doente, ele também fica. Se eu caio, ele cai comigo. É ruim hein... nem fudendo eu me fodo sozinha... nossa, preciso dar um jeito nessas unhas...Ugh”
Ok, até aqui vimos esses casos de mulheres cruéis contra homens. Mas me lembro também da história de uma mulher que cozinhou os filhos e os serviu para o marido no jantar. Ele não sabia. Me lembro vagamente dessa história, parece mito grego. Se alguém aí souber...
Bem, essa história é real. E não foi o filho, foi a empregada da casa, com quem o patrão gostava de dar uns afagos. Na verdade ele nem chegou a dar uns afagos na moça. Isso aconteceu em Minas Gerais, me parece. Nota-se que hoje tudo anda meio vago, apenas me parecendo. Mas de vaga em vaga, de onda em onda, vamos tecendo uma história para contar.
Continuando...
A patroa, dona da casa, percebeu os olhares do marido sobre a nova empregada que desfilava juventude e paixão. Mas a mulher, bicho tinhoso, ficou bem quietinha. Vendo-se muito próxima de ser traída pelo marido, chamou a empregada para ir com ela, numa longa caminhada, até os confins de uma fazenda. Um dos empregados da casa, o mais velho e de total confiança, também foi.
Os três caminharam até chegarem ao topo de uma colina, não sei se era bem uma colina, deveria ser um morrinho, mas as pessoas falam colina pois é uma bela palavra e soa elegante.
Bem, seguindo com a história, a patroa impiedosa junto de seu empregado de confiança matam a jovem e pobre empregada. Desmembram a moça e levam algumas de suas partes para casa. Os restos mortais, o empregado enterra lá mesmo no alto da colina.
Estando em casa, a patroa vai para o fogão e cozinha o coração. Nota-se o teor da crueldade, o coração da moça, e o refoga com cebola, pimentão, alho poró; uma guloseima e serve ao marido.
_ Está apaixonado por ela, não está?__ perguntou a mulher pouco antes do marido terminar seu jantar.
_ Estou sim __ ele confessou tímido uma verdadeira queda pela empregada.
_ Pois farta-se com seu coração.
A tal colina ganhou um nome especial, não me lembro qual, mas era mesmo bonito, sonoro. Praticamente um eco de lamentação. Dizem que essa história é pura verdade. Diante dos fatos acima relatados, que apareceram recentemente nos noticiários, eu acredito com um soluço de lamento engasgado.
O que me leva a constatar que “pulp” é a polpa sangrenta da sociedade. E que um folhetim como Entre Rinhas de Cachorros e Porcos Abatidos mostra apenas uma possibilidade dessa fatia. A fatia que sangra menos.
*That´s all folks*


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