Oinc oinc no espeto de Noel
Deixo aqui um trecho em italiano e em português do meu conto publicado na antologia italiana Sex´n´Bossa (ed. Mondadori) lançada neste ano, em que participam vários autores bacanérrimos.
Bem, resolvi colocar um pouquinho do conto, pois é aquilo, né? Porco, pernil, presunto, bacon..... Enfim, o que seria do natal sem nossos suínos suculentos? Então, esta é a minha homenagem a todos os porquinhos que servirão de banquete, que ficarão expostos numa mesa com maça na boca, que são prensados e transformado numa deliciosa bolinha de tender rosada. Ai ai..... Graças pelos porquinhos e tenham um feliz natal.
**
Non ti ficcare in porci
che non ti riguardano
(Fatti i porci tuoi)
“Edgar ordina a Pedro di posare a terra il coltellaccio e afferrare l’animale. Pedro si avvicina al porco, che gli sfugge tra le mani.
“Non lasciarlo scappare”, grida Edgar. “Deve essersi spaventato vedendo il coltellaccio”, Pedro replica correndo dietro al porco. L’animale si dibatte disperato, correndo angosciato, va a sbattere contro al tavolo con la bacinella di interiora rovesciando il tutto a terra. Uno dei ganci lasciati sul tavolo da Edgar cade sull’animale andandosi ad infilzare nella sue carni rosee, seppellendosi in una delle sue costole. L’animale, pur ferendosi, riesce lo stesso a fuggire verso il recinto di filo spinato, si schiaccia a terra e poco prima di riuscire ad attraversarlo completamente il gancio si impiglia nel recinto, mentre i grugniti di dolore ed angoscia si fanno sempre più forti. Con attenzione, Pedro cerca di disimpigliarlo dal recinto, il porco sente il calore di Pedro sulla sua nuca e si sente perso. Riesce a liberarsi dal recinto solo quando il gancio gli rompe la carne lasciando esposta una costola succulenta. Sia Edgar Wilson che Pedro devono saltare il recinto di filo spinato ed invadere il cortile del vicino. Il porco corre in direzione delle galline che svolazzano schiamazzando e Edgar Wilson si blocca quando una di loro si lancia su di lui. Agitando le braccia si mette a gridare e salta di nuovo il recinto di filo spinato che gli strappa i calzoni. Pedro raggiunge il suino che si dibatte e lo riporta indietro, ridendosela di Edgar che scappa dalle galline.”
* Traduzindo*
*
Não se deve meter em porcos
que não te pertencem.
“Edgar ordena que Pedro coloque o facão no chão e segure o animal. Pedro aproxima-se do porco, que escapole de suas mãos. “Não deixe ele fugir”, grita Edgar. “Ele se assustou com o facão”, Pedro retruca, enquanto corre atrás do porco. O animal debate-se desesperado, correndo angustiado, esbarra na mesa com a bacia de miúdos e joga tudo no chão. Um dos ganchos deixado sobre a mesa por Edgar cai sobre o animal e finca-se em sua rosada carne, enterrando-se numa de suas costelas. Ainda assim, o bicho consegue fugir pela cerca de arame farpado, ainda que se cortando, espreme-se e pouco antes de atravessar, o gancho prende-se na cerca, e os grunhidos de dor e angústia ficam cada vez mais alto. Com cuidado, Pedro tenta soltá-lo da cerca, o porco sente o calor de Pedro em seu cangote e torna-se mais arredio. Consegue se libertar da cerca, quando o gancho rompe sua carne e expõe uma costela suculenta. Tanto Edgar Wilson quanto Pedro, precisam pular a cerca de arame e invadir o quintal do vizinho. O porco corre em direção às galinhas que cacarejam esvoaçadas e Edgar Wilson detém-se quando uma delas lança-se em sua direção. Ele grita sacudindo os braços e pula de volta a cerca de arame que rasga suas calças. Pedro alcança o suíno que esperneia e o traz de volta, rindo-se de Edgar fugindo das galinhas.”
*Oinc oinc folks*
Bem, resolvi colocar um pouquinho do conto, pois é aquilo, né? Porco, pernil, presunto, bacon..... Enfim, o que seria do natal sem nossos suínos suculentos? Então, esta é a minha homenagem a todos os porquinhos que servirão de banquete, que ficarão expostos numa mesa com maça na boca, que são prensados e transformado numa deliciosa bolinha de tender rosada. Ai ai..... Graças pelos porquinhos e tenham um feliz natal.
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Non ti ficcare in porci
che non ti riguardano
(Fatti i porci tuoi)
“Edgar ordina a Pedro di posare a terra il coltellaccio e afferrare l’animale. Pedro si avvicina al porco, che gli sfugge tra le mani.
“Non lasciarlo scappare”, grida Edgar. “Deve essersi spaventato vedendo il coltellaccio”, Pedro replica correndo dietro al porco. L’animale si dibatte disperato, correndo angosciato, va a sbattere contro al tavolo con la bacinella di interiora rovesciando il tutto a terra. Uno dei ganci lasciati sul tavolo da Edgar cade sull’animale andandosi ad infilzare nella sue carni rosee, seppellendosi in una delle sue costole. L’animale, pur ferendosi, riesce lo stesso a fuggire verso il recinto di filo spinato, si schiaccia a terra e poco prima di riuscire ad attraversarlo completamente il gancio si impiglia nel recinto, mentre i grugniti di dolore ed angoscia si fanno sempre più forti. Con attenzione, Pedro cerca di disimpigliarlo dal recinto, il porco sente il calore di Pedro sulla sua nuca e si sente perso. Riesce a liberarsi dal recinto solo quando il gancio gli rompe la carne lasciando esposta una costola succulenta. Sia Edgar Wilson che Pedro devono saltare il recinto di filo spinato ed invadere il cortile del vicino. Il porco corre in direzione delle galline che svolazzano schiamazzando e Edgar Wilson si blocca quando una di loro si lancia su di lui. Agitando le braccia si mette a gridare e salta di nuovo il recinto di filo spinato che gli strappa i calzoni. Pedro raggiunge il suino che si dibatte e lo riporta indietro, ridendosela di Edgar che scappa dalle galline.”
* Traduzindo*
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Não se deve meter em porcos
que não te pertencem.
“Edgar ordena que Pedro coloque o facão no chão e segure o animal. Pedro aproxima-se do porco, que escapole de suas mãos. “Não deixe ele fugir”, grita Edgar. “Ele se assustou com o facão”, Pedro retruca, enquanto corre atrás do porco. O animal debate-se desesperado, correndo angustiado, esbarra na mesa com a bacia de miúdos e joga tudo no chão. Um dos ganchos deixado sobre a mesa por Edgar cai sobre o animal e finca-se em sua rosada carne, enterrando-se numa de suas costelas. Ainda assim, o bicho consegue fugir pela cerca de arame farpado, ainda que se cortando, espreme-se e pouco antes de atravessar, o gancho prende-se na cerca, e os grunhidos de dor e angústia ficam cada vez mais alto. Com cuidado, Pedro tenta soltá-lo da cerca, o porco sente o calor de Pedro em seu cangote e torna-se mais arredio. Consegue se libertar da cerca, quando o gancho rompe sua carne e expõe uma costela suculenta. Tanto Edgar Wilson quanto Pedro, precisam pular a cerca de arame e invadir o quintal do vizinho. O porco corre em direção às galinhas que cacarejam esvoaçadas e Edgar Wilson detém-se quando uma delas lança-se em sua direção. Ele grita sacudindo os braços e pula de volta a cerca de arame que rasga suas calças. Pedro alcança o suíno que esperneia e o traz de volta, rindo-se de Edgar fugindo das galinhas.”
*Oinc oinc folks*


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