Passeio Noturno
Ontem atropelei um gato. Um gato preto e branco. Que cruzou o meu caminhou velozmente. Vrauuuu..... e o bichano escorregou direto para baixo do carro. Bem no meio. Não passei com as rodas encima dele. Senti três estocadas. Tum Tum Tum... Olhei pelo retrovisor e ele não estava na pista. Acho que ficou agarrado no fundo do carro e deve ter se desprendido conforme segui viagem.
Já atropelei um ciclista, um bêbado, três pombos em momentos diferentes (um dos pombos a cabeça caiu para o lado, então suas asas se abriram totalmente, pois ele relaxou de vez, pobrezinho.) Bem, contabilizando agora esse gato são seis vítimas.
É péssima essa sensação, mas a vida segue seu fluxo. O bêbado sobreviveu. Estava tão bêbedo que não sentiu a pancada. O cotovelo dele afundou um tiquinho assim ô o capô do carro. A cabeça bateu no pára-brisa. Depois do efeito do álcool ele deve ter tido a maior ressaca de sua vida. O mais engraçado foi que ele saiu correndo do hospital. Tentaram segurá-lo mas ele gritava umas coisas e corria ladeira abaixo.
O ciclista só levou um tombo. Tombaço. Dei uns esporros nele. Um miserável, o sujeitinho. Levantou, apanhou sua bicicleta e se mandou quietinho.
Também já quase capotei. Chamo esse dia de “Holiday on ice” porque eu patinei na avenida Brasil logo após fazer uma curva. Éramos cinco no carro. Desviei de uma mureta, dois carros e atravessei a pista enviesada, e poucos segundos antes de bater na segunda mureta que ficava do outro lado da pista, eu puxei o volante do carro e é aí que temos o efeito “Holiday on ice”. Rodopiei na pista. Uma coisa descontrolada. Eu corria bastante na época. Não corro mais.
Bem, espero que o gatinho não tenha sofrido muito. Fiquei imaginando ele atrás de mim. Miando para mim. Me assombrando. Cruzando as pistas que eu atravessar. Gato tem sete vidas, então não preciso me preocupar tanto. Talvez ainda lhe restasse mais alguma. Quanto aos pombos, esses devem ter só uma mesmo pois se multiplicam aos milhares. Umas pestes.
Já atropelei um ciclista, um bêbado, três pombos em momentos diferentes (um dos pombos a cabeça caiu para o lado, então suas asas se abriram totalmente, pois ele relaxou de vez, pobrezinho.) Bem, contabilizando agora esse gato são seis vítimas.
É péssima essa sensação, mas a vida segue seu fluxo. O bêbado sobreviveu. Estava tão bêbedo que não sentiu a pancada. O cotovelo dele afundou um tiquinho assim ô o capô do carro. A cabeça bateu no pára-brisa. Depois do efeito do álcool ele deve ter tido a maior ressaca de sua vida. O mais engraçado foi que ele saiu correndo do hospital. Tentaram segurá-lo mas ele gritava umas coisas e corria ladeira abaixo.
O ciclista só levou um tombo. Tombaço. Dei uns esporros nele. Um miserável, o sujeitinho. Levantou, apanhou sua bicicleta e se mandou quietinho.
Também já quase capotei. Chamo esse dia de “Holiday on ice” porque eu patinei na avenida Brasil logo após fazer uma curva. Éramos cinco no carro. Desviei de uma mureta, dois carros e atravessei a pista enviesada, e poucos segundos antes de bater na segunda mureta que ficava do outro lado da pista, eu puxei o volante do carro e é aí que temos o efeito “Holiday on ice”. Rodopiei na pista. Uma coisa descontrolada. Eu corria bastante na época. Não corro mais.
Bem, espero que o gatinho não tenha sofrido muito. Fiquei imaginando ele atrás de mim. Miando para mim. Me assombrando. Cruzando as pistas que eu atravessar. Gato tem sete vidas, então não preciso me preocupar tanto. Talvez ainda lhe restasse mais alguma. Quanto aos pombos, esses devem ter só uma mesmo pois se multiplicam aos milhares. Umas pestes.


5 Comments:
At 3:42 AM,
Anônimo said…
salve rubem não ana ou ei vc atropelou mesmo um gato?hehe verdade ou ficção?enfim, te enviei mail novo com trechos do livro te transformei em personagem agora com sua permissão claro...
beijos do beatle solitário luiz filipe brando!
At 1:56 PM,
Anônimo said…
Caríssima, matou o gato e assassinou o português...
"Encima"?
...
At 2:40 PM,
Anônimo said…
cara, o que é esse teu blogue... morte aos pombos quase critianizados.
At 4:26 PM,
Anônimo said…
Eric, tenho uma relação bélica com essas aves.
E cláudia, deixamos assim... um "encima" espanhol, certo?
Hora dessas, a língua quebra a resistência do "Em cima" assim como fez com "Em + baixo" resultando em "embaixo".
É necessário que o "M" se transforme em "N" para resultar em "encima". Talvez por isso ainda não ocorreu.
Mas logo logo isso acontece.
ana paula maia
At 4:44 PM,
Anônimo said…
não ligue ana vamos assassinar a língua portuguesa.mas do que já esta sendo pela nossa tv ruim pelos big brothers e políticos incultos iletrados que vestem terno e gravata passam gel no cabelo alguns colocam até aqueles óculos bifocais ridículos que deixa todo mundo com cara de americano pasta preta secreta quando os cem mil dólares não estão na cueca e no cu de alguém e aí qualquer babaca que se forma em filosofia política administração engenharia etc...ou que lê meia dúzia de livros por dia quase nenhum só lê trechos para grifarem e ficarem declamandos aos amigos idiotas e com aquele português mais impecável que o do manuel da padaria...
á honestamente ana não ligue mesmo se o português não estiver perfeito.que o digam euclídes graciliano o drumon o nelson o otto lara até o senhor machado de assis nosso paulo coelho errar é permitido aliás errar e criar no erro é super bem vindo.
Vamos criar uma lingua nova uma nova forma de linguagem um viva a subversão ao estrupo e assassinato da língua portugesa vamos saldar o r do probrema!!!!
Beijos ana não liga mesmo tá até paulo coelho que vende milhões e engana milhões de troxas no mundo inteiro erra até o jô erra também pô!!!
vamos errar matar assassinar prostituir violentar estrupar nossa língua essa é a verdadeira poesia dos supliciados do horror como diria a. Artaud!
Muita Merda muita luz evoé grande escritora puxa - saquismos á puta que o pariu desculpa foi mal mas isso me atinge e me detona fundo como a bomba H!eheheh e não é o h do loucura loucura loucura não!
luiz brando o beatle solitário.
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