Carmem Maria
Dia internacional da mulher e estão todos deixando suas mensagens por aí. Num post anterior deixei claro minha posição quanto a certas datas comemorativas e não quero ser repetitiva. Poderia enveredar o caminho da diminuição das diferenças entre homens e mulheres, sobre as conquistas políticas e econômicas das mulheres, sua independência e auto-suficiência, mas ao pensar na data, lembrei de Carmem Maria, uma amiga que tive. E o que ela tinha de melhor, além da simpatia era uma bunda durinha e arrebitada.
_ Anos de balé __ ela disse.
Bem, sou mulher o suficiente para saber desfrutar com olhos o que acho bonito. Adoro olhar para bebês coreanos e chineses, pois eles carregam uma expressão de suprema inocência e delicadeza, assim como, gosto de olhar uma mulher passar.
Os pés equilibrados em saltos altos sobressaltando a panturrilha que define-se à cada galopada. Quando giram sobre os saltos, giram de verdade, com leveza e elegância. A unhas pintadas de vermelho, os dedinhos sobressalente na ponta das sandálias. Algumas caminham deixando a cabeça cair sutilmente para o lado. Os cabelos, quando longos, espanam os ombros, quando curtos, revelam pescoços. Adoro os com tatuagens. Um pequeno tribal ou uma fada ou uma rosa, sob poucos fios de cabelos.
De frente, os peitos sacudindo em decotes. Presos e estufados em sutiãs de bojos. Empinados, esforçados, com estrias, manchas, eles balançam no ritmo de quem os carrega, e alguns parecem quase romper-se. Adoro peitos. Os meus estão maiores e o número do sutiã aumentou. Faz gosto olhar para eles. Parecem que estou saindo da adolescência agora, já que meus peitos ainda crescem e me fascinam.
Carmem Maria foi comigo numa viagem com mais alguns amigos. E ela causou discórdia entre todos os casais. A bunda, os peitos sempre em decotes salientes, o gingado ao andar, o sorriso sempre no rosto; um frescor feminino, atraente e despreocupado causou terror em todas as bundas moles, sorrisos manchados, peitos sufocados.
Na praia, ela usava sempre um biquini vermelho de lacinho. Testei com umas dedadas a firmeza de suas nádegas. Ela ria e eu me impressionava.
_ Ana, anos de balé, né?
Putz, e eu comecei no balé aos cinco anos. Saí aos seis. Retornei aos sete, saí e nunca mais voltei. Se imaginasse minha bunda daquele jeito, teria me esforçado mais. Aos sete anos não pensamos em bundas modeladas. Eu queria uma barbie sereia e um robô.
O problema é que quanto mais eu me deslumbrava com a firmeza do corpo de Carmem, os casais ao redor entravam e erupção. Para mim não havia problema, eu também tenho uma bundinha firme, peitos empinados e barriga sarada. E gosto de homens como ela gosta. Em nossa breve amizade, havia sinceridade e carinho. Me desculpei com ela devido aos acessos de ciúmes das outras pessoas que começaram a hostilizá-la. Todas começaram a julgá-la uma puta, uma vulgar. Ela era inteligente, trabalhava e morava sozinha. Garota muito batalhadora e honesta. Mas isso as outras mulheres não viam. Só sua bunda arrebitada e os seios pontudos que suspendiam os olhares de seus machos. Eles disfarçavam, mas não resistiam. A viagem foi cheia de transtornos, não soube como administrar Carmem e os outros. E ainda hoje não saberia.
Acredito que podemos comemorar o dia 08 de março por mais alguns bons séculos, o dia internacional da mulher, alegando igualdades morais e sociais, porém nunca conseguirão aplacar tensões de se ter uma Carmem Maria por perto. Uma mulher governando uma nação, mas bem longe de bundas durinhas e peitos empinados. Essa diferença entre as próprias mulheres deverão ser superadas entre elas mesmas, e não há data ou hora para isso.
Carmem disse várias vezes para mim durante a viagem:
_ Odeio mulher insegura, que não se garante. É foda aturar essas recalcadas e bundas-moles.
*That´s all folks*
_ Anos de balé __ ela disse.
Bem, sou mulher o suficiente para saber desfrutar com olhos o que acho bonito. Adoro olhar para bebês coreanos e chineses, pois eles carregam uma expressão de suprema inocência e delicadeza, assim como, gosto de olhar uma mulher passar.
Os pés equilibrados em saltos altos sobressaltando a panturrilha que define-se à cada galopada. Quando giram sobre os saltos, giram de verdade, com leveza e elegância. A unhas pintadas de vermelho, os dedinhos sobressalente na ponta das sandálias. Algumas caminham deixando a cabeça cair sutilmente para o lado. Os cabelos, quando longos, espanam os ombros, quando curtos, revelam pescoços. Adoro os com tatuagens. Um pequeno tribal ou uma fada ou uma rosa, sob poucos fios de cabelos.
De frente, os peitos sacudindo em decotes. Presos e estufados em sutiãs de bojos. Empinados, esforçados, com estrias, manchas, eles balançam no ritmo de quem os carrega, e alguns parecem quase romper-se. Adoro peitos. Os meus estão maiores e o número do sutiã aumentou. Faz gosto olhar para eles. Parecem que estou saindo da adolescência agora, já que meus peitos ainda crescem e me fascinam.
Carmem Maria foi comigo numa viagem com mais alguns amigos. E ela causou discórdia entre todos os casais. A bunda, os peitos sempre em decotes salientes, o gingado ao andar, o sorriso sempre no rosto; um frescor feminino, atraente e despreocupado causou terror em todas as bundas moles, sorrisos manchados, peitos sufocados.
Na praia, ela usava sempre um biquini vermelho de lacinho. Testei com umas dedadas a firmeza de suas nádegas. Ela ria e eu me impressionava.
_ Ana, anos de balé, né?
Putz, e eu comecei no balé aos cinco anos. Saí aos seis. Retornei aos sete, saí e nunca mais voltei. Se imaginasse minha bunda daquele jeito, teria me esforçado mais. Aos sete anos não pensamos em bundas modeladas. Eu queria uma barbie sereia e um robô.
O problema é que quanto mais eu me deslumbrava com a firmeza do corpo de Carmem, os casais ao redor entravam e erupção. Para mim não havia problema, eu também tenho uma bundinha firme, peitos empinados e barriga sarada. E gosto de homens como ela gosta. Em nossa breve amizade, havia sinceridade e carinho. Me desculpei com ela devido aos acessos de ciúmes das outras pessoas que começaram a hostilizá-la. Todas começaram a julgá-la uma puta, uma vulgar. Ela era inteligente, trabalhava e morava sozinha. Garota muito batalhadora e honesta. Mas isso as outras mulheres não viam. Só sua bunda arrebitada e os seios pontudos que suspendiam os olhares de seus machos. Eles disfarçavam, mas não resistiam. A viagem foi cheia de transtornos, não soube como administrar Carmem e os outros. E ainda hoje não saberia.
Acredito que podemos comemorar o dia 08 de março por mais alguns bons séculos, o dia internacional da mulher, alegando igualdades morais e sociais, porém nunca conseguirão aplacar tensões de se ter uma Carmem Maria por perto. Uma mulher governando uma nação, mas bem longe de bundas durinhas e peitos empinados. Essa diferença entre as próprias mulheres deverão ser superadas entre elas mesmas, e não há data ou hora para isso.
Carmem disse várias vezes para mim durante a viagem:
_ Odeio mulher insegura, que não se garante. É foda aturar essas recalcadas e bundas-moles.
*That´s all folks*



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